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O Palácio Conselheiro Branco destaca-se do casario que o envolve, pelas suas fachadas de linhas neoclássicas, de tradição neopaladiana, cujo modelo radica no edifício da antiga feitoria inglesa, no Porto, construída em 1785. Este palácio, que pretendia rivalizar com o palácio Vizinho dos Condes de Maiorca, foi construído para residência de Roberto de Oliveira Lopes Branco, Juiz de Fora da Figueira da Foz e grande impulsionador da Maçonaria.
A sua construção deverá remontar às últimas décadas do século XIX. O ano de 1884 tem vindo a ser apontado como uma eventual data para o início dos trabalhos.
Dividida em três panos, por pilastras, a fachada é aberta por vãos de verga curva no piso térreo, cujas molduras se prolongam até ao chão, recordando a arcaria da Feitoria. O aparelho rusticado surge, apenas, nesta secção, não se estendendo à totalidade do alçado. No piso intermédio, as janelas de sacada alternam entre frontões semicirculares e triangulares, numa dinâmica contrária ao edifício da Feitoria, onde os frontões triangulares estão ao centro. Segue-se um piso de janelas retangulares, terminando a fachada numa platibanda, interrompida, ao centro, por uma grinalda. No interior, destaca-se a pintura em trompe l’oeil da envolvência da claraboia com elementos arquitetónicos de grande sentido cenográfico, e os bonitos tetos pintados, de gosto neoclássico, das salas do andar superior. No sótão, um curioso espaço com diversos arcos que faz supor a existência de uma loja/ritual ligado aos ideais da maçonaria, assim como outros elementos decorativos discretamente distribuídos pelo edifício.
Imóvel classificado de Interesse Municipal – IIM. Edital n.º 137/05, CMFF, publicado em 31-03-2005 com adenda retificativade 13-06-2005.
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